A coisa anda mal
A multidão entende
E cala
Até que o povo grite
Um dia (o momento ideal)
A fome e a miséria nossa
Está faltando ação
É o momento oportuno
Com frutos maduros
Que estão os pássaros a devorar
Frutos que caem
No solo pátrio
A se espatifar
(Grau) Granjeiros pedem tempo
Deixando a multidão
Ululante sem alimento
Como escravo do “senhor”
Morrem famintos
Os filhos do povo Sofredor
“... noz é um fruto seco com apenas uma semente (raramente duas) no qual a parede do ovário torna-se muito dura na maturidade ...”
04 novembro, 2008
02 novembro, 2008
S.U.S.pense
Uma pequena prévia
analógica sobre o S.U.S.
meu modo de ver/observar
o mundo ao nosso redor.
01 novembro, 2008
Beckettiano
“Herói” deplorável de um mundo absurdo...
Expressão beckettiana do sofrimento.
“os homens morrem e não são felizes”
Pensam no libertador suicídio
Na terra tudo vai - mal...
Além das palavras sem atos
Nascer – sofrer – morrer
Nada justifica a existência do homem
Que profere desalentadas afirmações
Quanto à vinda, submisso...
Fala da vida como se fosse teatro
Vive o teatro como se fosse à vida
Questionamento beckettiano se a firma
- onde há os valores espirituais, se o homem
esta preso ao corpo e suas funções e necessidades?
Expressão beckettiana do sofrimento.
“os homens morrem e não são felizes”
Pensam no libertador suicídio
Na terra tudo vai - mal...
Além das palavras sem atos
Nascer – sofrer – morrer
Nada justifica a existência do homem
Que profere desalentadas afirmações
Quanto à vinda, submisso...
Fala da vida como se fosse teatro
Vive o teatro como se fosse à vida
Questionamento beckettiano se a firma
- onde há os valores espirituais, se o homem
esta preso ao corpo e suas funções e necessidades?
Edifício
Pensar é FÁCIL
Entender EDIFÍCIO
Amar é FÁCIL
Se doar EDIFÍCIO
Viver é FÁCIL
Realizar-se EDIFÍCIO
Fácil é FÁCIL
Difícil EDIFÍCIO
Ser colega é FÁCIL
Ser amigo EDIFÍCIO
Ser amante é FÁCIL
Ser marido EDIFÍCIO
Ser atenção é FÁCIL
Ser compreendido EDIFÍCIO
Difícil é ser FÁCIL
Ser fácil EDIFÍCIO
Falar, cantar, gritar, discursar é FÁCIL
Fazer acontecer sem falar EDIFÍCIO
Beijar, trepar, fuder é FÁCIL
Sentir emoções sem prazer EDIFÍCIO
Buscar sempre o fácil é FÁCIL
Tentar alcançar o impossível EDIFÍCIO
Entender EDIFÍCIO
Amar é FÁCIL
Se doar EDIFÍCIO
Viver é FÁCIL
Realizar-se EDIFÍCIO
Fácil é FÁCIL
Difícil EDIFÍCIO
Ser colega é FÁCIL
Ser amigo EDIFÍCIO
Ser amante é FÁCIL
Ser marido EDIFÍCIO
Ser atenção é FÁCIL
Ser compreendido EDIFÍCIO
Difícil é ser FÁCIL
Ser fácil EDIFÍCIO
Falar, cantar, gritar, discursar é FÁCIL
Fazer acontecer sem falar EDIFÍCIO
Beijar, trepar, fuder é FÁCIL
Sentir emoções sem prazer EDIFÍCIO
Buscar sempre o fácil é FÁCIL
Tentar alcançar o impossível EDIFÍCIO
Intervalo
“o som é um traço entre o silêncio e o ruído”
Silêncio - som sem ruído
intervalo imprevisto
do dito pelo não dito
do ponto que não foi escrito
desta forma o Silêncio logo foi visto
sem cor / nem destinação
silêncio, quase sempre, vêm
após um não
Choro...
gemidos...
velas...
caixão.
som fúnebre
foi-se mais um irmão
um minuto em ordem de respeito
– desrespeito - sociedade
crianças nas estradas – lutando pelo pão
trabalho física/mente os políticos
redução de pobreza
melhor educação
escola do “povo” é a construção
escravismo - tormento
que entorpece e agoniza
a história - som...
sentido de desabafo
desordem/ordem e progresso
caos – musicaos
limites confundidos
fragmentos dos séculos concedidos
projetados – SILÊNCIO!
Silêncio - som sem ruído
intervalo imprevisto
do dito pelo não dito
do ponto que não foi escrito
desta forma o Silêncio logo foi visto
sem cor / nem destinação
silêncio, quase sempre, vêm
após um não
Choro...
gemidos...
velas...
caixão.
som fúnebre
foi-se mais um irmão
um minuto em ordem de respeito
– desrespeito - sociedade
crianças nas estradas – lutando pelo pão
trabalho física/mente os políticos
redução de pobreza
melhor educação
escola do “povo” é a construção
escravismo - tormento
que entorpece e agoniza
a história - som...
sentido de desabafo
desordem/ordem e progresso
caos – musicaos
limites confundidos
fragmentos dos séculos concedidos
projetados – SILÊNCIO!
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